“Ilustração de pirâmide de sistema capitalista publicôde em 1911 pa ‘Industrial Worker’ (The International Publishing Co., Cleveland , Ohio , EUA). Traboi de quem ta dbox na pirâmide ta enriquecê quem ta na topo. Desigualdades resultantes dess ciclo sô pôde ser mantide pa um repressão máje forte.”
Um abordagem ortodoxa Marxista ta considerá ke um segmente específik de detentor de fortuna cata constitui um classe social ke coesão.
Marx ta dzê kêss classe ta possuí um alto poder econômico e político ke tcheu impacte sobre realidade social. El ta defendê ke riqueza ta na centro de processo de desigualdades socioeconômica e de controle de pobreza.
Na abordagem de Joen Bakan, (Livro: The Corporation: The Pathological Pursuit of Profit and Power) ele ta considera ke importância na escala de posse de riqueza ê possível oiá e entender como riqueza ta assegura impunidade e privilégios sobre minorias específicas o ke ta amplificá desigualdades e produção de pobreza. Ess abordagem ta afirmá ke desigualdades ê viste como o bom funcionamento do sistema capitalista.
Estudos ta indicá ke desigualdades ta claramente exposte:
10% de adulto na mundo ta detê 85% da riqueza global. E ao mesmo tempo, metade máje desfavorecide de população mundial ta fca menos de 1% de total (Esse conclusão ê de um estudo fêt na organização não-governamental britânica Oxfam, com base na dados de banco Credit Suisse).
Pa Joen Bakan(2018), nô tita vivê na era do turbo-capitalismo sem limites ou, kel môvide pa “buska constante e patológica de lucro e poder”.
Pa Catttanit, redução de atividades pa um pequeno empresário, ou empresário por conta própria, ou ainda perda de emprego pa os assalariados, podê produzi efeitos imediatos, como por exemplo redução qualidade vida, possível sofrimento psíquica e intensificação de deriva social.
É um facto ke nôs País tem tide progresso económico estando integrôde num espaço económico de modelo cariz capitalista. No entanto, abordagem de António Cattani (na sê artigo Riquezas e Desigualdades), podê ser utilizôde pa identificação desigualdades na distribuição na nôs País, apôje risco de consequências mut desigual entre ‘detendores fortunas’ e população na geral.
Nôs realidade económica, independentemente de nível de adequação na abordagens a capitalismo sitôde ness artigo, devê levá nô tud reflexi num programa de acção ke ta visá diminui consequências dum distribuição da riqueza tcheu desigual.