Na Cabo Verde, respeite pe direitos humanos e promosão de sidadania têm vinde ta konsolidá kome pilar de um sosiedade aberte e partisipative.

Nese kontexte, dôs instituisões ta assumi um papel determinante: ‘Comissão Nacional para os Direitos Humanos e da Cidadania (CNDHC)’ e ‘Rede Cabo-verdiana de Direitos Humanos’.

És dôs ta partilhá mesmo propósito: ké de garanti e dignidade humana ta ser más do ke um prinsípio jurídiko, el ta vrá um prátika quotidiana. No ke entante, és ta atuá na níveis e dimensões komplementares.

CNDHC, criod ofisialmente na 2004, pa susedé antige Comité Nacional dos Direitos Humanos, instituíd na 2001. Sé fundasão ta refleti vontade polítika de Cabo Verde na alinhá ke padrões internasionais de dfesa de direitos humanos, o ke ta dotá país de um órgão indpendente, ke autonomia administrativa e finansera, kapaz de vigiá e promové sidadania.

Missão de Comissão é klor: reforsá respeite pe direitos humanos e promové um sidadania ative. Portante, CNDHC ta funsioná kome um observatório de sosiedade, ke kompetênsia pa akonselhá Estado, investigá violasões, akompanhá polítikas públikas e propô medidas ke ta assegurá kumprimente de konvensões internasionais na kooperasão ma Cabo Verde.

Ke sede na Sidade de Praia e presensa ative na ilhas, ‘Comissão Nacional para os Direitos Humanos e da Cidadania’ tem vinde ta dsenvolvé programas de formasão e projetos de edukasão pa direitos humanos, ta assumi kome um instânsia de vigilânsia e alerta.

Pa ote lod, ‘Rede Cabo-verdiana de Direitos Humanos’ ta surgi kome um instrumente más flexível e partisipative ke permanente artikulasão ma sosiedade sivil kabo-verdiana, CNDHC e organizasão internasional DHnet (Rede Direitos Humanos e Cultura), sediod na Brasil.

‘Rede Cabo-verdiana de Direitos Humanos’ nassé de nesessidade de kriá um plataforma de informasão e artikulasão entre sidadãos, organizasões komunitárias e instituisões públikas, el tem missão de levá direitos humanos pa quotidiano de psoas, ta informá, eduká e mobilizá.

Portante, Rede ta funsioná kome um ponte entre diskurso institusional e asão sosial, por meio de rekursos digitais, partilha de konteúde sobre sidadania, igualdade de género, memória histórika, arte e kultura, num linguagem próximo e asessível. Essensialmente, lema “Direitos Humanos pa tud caboverdiane!” ta traduzi bem es spírte inklusive e pedagógiko.

Ao kontrário de CNDHC, ke ta atuá na plano jurídiko e polítiko, ‘Rede Cabo-verdiana de Direito Humanos’ ta apostá na mobilizasão kultural e komunitária, ta fazé de direitos humanos um tema de e pa tud gent.

Ta existi,  um forte korrelasão entre es dôs instituisões. Enquante CNDHC ta garanti enquadramente legal, akompanhamente e dfesa formal de direitos humanos, ‘Rede Cabo-verdiana de Direitos Humanos’ ta ampliá sé alkanse sosial, o ke ta fasilitá asesso à informasão e ta kriá spasos de diálogo. Djunt, es ta representá interligasão nesessáro entre Estado e sosiedade sivil.

Num munde onde ke dignidade humana ta kontinuá ta ser poste à prova, Cabo Verde tem sforsod, através des dôs voz, kê direitos humanos ka ta defendé apenas ke leis, mé ke instrusão, edukasão, kultura e kompromisse síviko.


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Gestor Empresas, Mestre em Marketing pela 'University of Creative Arts', Manager na 'Vasconcelos Lopes, Lda.', Autor do Livro 'MARKETING & INOVAÇÃO NAS AUTARQUIAS'. Iniciou a sua carreira no Retail Business tendo sido o responsável pela concepção, implementação e gestão da primeira rede de supermercados do País (FRAGATA) e tem vindo a colaborar em projectos a instituições desenvolvendo modelos “out of the box” de Gestão e Marketing.

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